ELEIÇÃO DE PRESBÍTEROS E DIÁCONOS

O QUE É VOCAÇÃO?
Publicado em 02/09/2022

Na Igreja, os pastores, presbíteros e diáconos, são constituídos por Deus para a preservação do rebanho. A eleição feita pela igreja deve ser vista como um reconhecimento público e evidência de que os referidos oficiais foram escolhidos, vocacionados e capacitados por Deus para determinado ofício. Por isso, a Igreja deve buscar a orientação de Deus com fé e submissão, certa de que Deus também manifesta a sua vontade através do Conselho e da Assembléia. A eleição diz respeito ao processo, não à fonte de autoridade dos eleitos. Enquanto a autoridade de Cristo é proveniente da Sua própria natureza, a dos oficiais é derivada de Jesus Cristo, não provém de si mesmos e nem do povo que os elegeu. A sua autoridade é para servir a Deus por meio do exercício do seu ofício na Igreja. Portanto, os oficiais precisam ter em mente que prestarão contas dos seus atos a Deus e, também, de que Deus mesmo os recompensará. Uma das grandes bênçãos de Deus para os oficiais é o próprio desempenho maduro de seu ofício. O diácono, por exemplo, no fiel exercício de seu ofício, amadurece em sua fé, tendo maior comunhão com Deus e segurança na proclamação do Evangelho (I Timóteo 3:13). É praticamente impossível desenvolver qualquer trabalho da igreja de forma eficiente sem, ao mesmo tempo, amadurecer na fé.
 
Jesus Cristo exerce o Seu governo sobre a Igreja pela instrumentalidade dos homens que Ele mesmo chamou (Efésios 4:11-12).

Na Igreja de Cristo ninguém tem autonomia para se autonomear. Pastor, presbíteros e diáconos, todos, sem exceção, precisam ser vocacionados por Deus para esses ofícios (Hebreus 5:4)”. A Constituição da IPB, Artigos 108 e 109, prescreve isso com uma perfeita compreensão bíblica. 

João Calvino, o reformador, afirmou: “A Deus pertence com exclusividade o governo de Sua Igreja. Portanto, a vocação não pode ser legítima a menos que proceda Dele” (João Calvino, Gálatas, p. 22).

Portanto, o serviço que prestamos a Deus, deve ser visto não como uma fonte de lucro ou projeção, mas como resultado de um chamado irrevogável de Deus. Em seu ministério Paulo tinha essa consciência de ser apóstolo pela vontade de Deus (Romanos 1:1; II Coríntios 1:1; Efésios 1.1; Colossenses 1.1, etc.)”.

                          (Transcrito e adaptado da revista Servos Ordenados - Edição I)

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