Lucas 8:19-21
Já virou “chavão” dizermos entre nós que o mundo vai de mal a pior, mas, é a realidade, a Palavra de Deus não esconde isso e o próprio Jesus deixa claro que não vivemos na Terra isentos das aflições, porém, nos garante a segurança da Sua presença (I João 5:19; João 18:15; João 16:33).
Por isso, aproveitando maio como o mês da família, consideremos o fato de que o bom testemunho da família cristã faz toda a diferença, inclusive, no fortalecimento do avanço do Evangelho, pois, e mensagem sempre será validada, não somente por causa de palavras, mas, sim, pelo modo do lar cristão viver de modo totalmente novo como diz aquele cântico conhecido de várias gerações “só o poder de Deus pode mudar teu ser, a prova que eu te dou, Ele mudou o meu...”
Mas, é tão importante sabermos que a família de convertidos não está sozinha, um de seus membros é o Senhor Jesus. Que fantástico! Ele está entre os laços de nosso parentesco, não por causa do sangue hereditário, mas, em função do Seu sangue derramado na cruz. O autor da Carta aos Hebreus nos leva a olharmos para Jesus como nosso irmão mais velho (Hebreus 2:11-12, 17).
Sem menosprezar sua mãe Maria e seus irmãos, Jesus amplia a Sua visão sobre o que significa ser família cristã, pois, Ele chama para o Seu círculo familiar a todos quantos “ouvem a palavra de Deus e a praticam.” Não há como deixarmos de fazer ligação com o ensino do Mestre sobre o homem sábio da parábola que Ele mesmo contou sobre o construtor que edificou sua casa sobre a rocha, evitando a superficialidade do ouvir e não praticar simbolizado pelo tolo que construiu o seu barraco sobre a areia (Mateus 7:24-27).
Quem são os familiares de Jesus, além daqueles da estrutura terrena do contexto de Seu ministério enquanto aqui viveu? São todos os que ouvem os princípios do Seu reino e vivem, na prática, todos os dias, tudo aquilo que que dizem crer. E é uma família que não para de crescer, não em decorrência da geração biológica, mas, espiritual - Tornou Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos por amor de mim e por amor do evangelho, que não receba, já no presente, o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna. (Marcos 10:29-30).
Os milhares de lares que se tornam a família de Jesus são aqueles que têm no centro de suas vidas, a Palavra de Deus, e se nutrem o tempo todo com o poder da oração! Para testemunhar de forma genuína na sociedade, primeiro, a família cristã testemunha debaixo do seu teto (Deuteronômio 6:5-9). Os relacionamentos entre os cônjuges, a criação dos filhos, a relação entre os irmãos de sangue, tudo tem a ver com o temor e a obediência porque o Irmão Mais Velho garante que está presente todos os dias! (Mateus 28:20).
Deste modo, a mídia não pode tomar o tempo que devemos devotar a Ele, os cuidados deste mundo não podem empanar o brilho de Sua glória que precisa Se manifestar no dia a dia do lar cristão! Se isso não for vivido de forma genuína, a construção não terá a firmeza de seu fundamento sobre a Rocha e, então, a tempestade vem e leva tudo embora...
Se em nossa vizinhança muitos podem não conhecer a Cristo como Salvador, por outro lado, poderão ter acesso a Ele através dos Seus parentes, da Sua grande família... nós?
Você já entregou o seu coração, de verdade, ao Senhor Jesus?
Você tem consagrado o seu lar à santificação pela obediência à Palavra de Deus e pela busca da intimidade de uma vida de oração? Deus é fiel e está cumprindo a promessa feita quando chamou a Abraão afirmando que, através da família dele, todas as famílias da Terra seriam abençoadas - inclusive a sua (Gênesis 12:3).
Não se chega a Jesus “dando carteirada” - Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem ver-te. Só se pode chegar ao Irmão Mais Velho pelo caminho do temor e da obediência.
Busque ao Senhor de todo o coração e comece pela sua casa, mas, a partir de você.
(Pr. Elizeu Dourado de Lima)
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